Destaques

Estrelas do Norte, Chefes Ricardo Costa (Yeatman) e Vitor Matos (Antiqvvm) no projeto XtremeGourmet

Ricardo Costa (Yeatman, Porto)

Entusiasta da gastronomia portuguesa, a sua cozinha partilha a filosofia do hotel: dar a conhecer o melhor do país, os produtos locais, as receitas tradicionais, com uma abordagem contemporânea e técnicas inovadoras.

Formado na Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra, conta com uma vasta experiência em hotéis e restaurantes em Portugal Continental, Madeira, Espanha e Inglaterra. Exerceu a função de Chef de Partida no Restaurante "El Girasol” com o Chef Joachim Koerper. Mais tarde, foi Subchefe no Sheraton Porto Hotel & Spa com o Chef Executivo Jerónimo Ferreira. Foi ainda Chef de Cozinha no Restaurante "The Portal”, em Londres durante dois anos. Em 2007, assume a função de Chef Executivo no Restaurante Largo do Paço, no hotel Casa da Calçada em Amarante, tendo conquistado uma Estrela Michelin em 2009 e 2010. 

Enquanto Chef Executivo do The Yeatman, Ricardo Costa está responsável pela gastronomia do hotel e do restaurante gastronómico, premiado com uma Estrela Michelin desde 2011 e duas Estrelas Michelin no Guia 2017. Sob a sua liderança, o restaurante do The Yeatman tem sido reconhecido com várias distinções: Boa Cama Boa Mesa, Garfo de Ouro – 2011, 2013, 2014, 2015 e 2016; e Boa Cama Boa Mesa Garfo de Platina – 2012 e Condé Nast Johansens, Best Dining Experience Europe & Mediterranean – 2015.

A título individual, tem sido distinguido com importantes prémios como "Chef do Ano” (2009), pela conceituada revista portuguesa Wine, "Chefe de l’Avenir” (2012) pela Academia Internacional de Gastronomia, "Melhor Cozinheiro de Portugal” (2013), nos prémios Arco Atlântico Gastro, em Espanha. Foi membro do júri do programa Top Chef em Portugal, em 2012.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vítor Matos (Antiqvvm, Porto)

Com um percurso profissional dividido entre Portugal e a Suíça, o Chefe Vitor Matos iniciou-se nas artes da confeção da mais alta gastronomia frequentando o curso de Cozinha e Pastelaria (1992-1995), em Neuchâtel (Suiça).

Em 1995, após terminar o curso, recebe a primeira proposta para trabalhar no “Restaurant des Jeunes Rives” mas no final desse ano regressa a Portugal. Estreia-se como chefe de cozinha em 1998 na Estalagem Quinta do Paço, em Vila Real, seguindo-se passagens pelo Grande Hotel da Curia, Grande Hotel das Caldas da Felgueira, Vidago Palace Hotel Golf & Spa, Quinta do Pendão, Tiara Park Atlantic Hotel e Casa da Calçada Relais & Châteaux.

Ao longo dos seus quase 20 anos de carreira, Vitor Matos foi jurado em vários concursos e orador convidado em diversos congressos e seminários. Conquistou enquanto cozinheiro várias distinções, entre as quais se destacam os títulos de Chefe Cozinheiro do Ano 2003 (Edições do Gosto), Chefe de Cozinha do Ano 2013 (Prémios Revista WINE), Melhor Cozinheiro de Portugal 2014 (Prémios Arco Atlântico Gastro) e o “ Prix Chefs de l’Avenir” 2011 da (Académie Internacional de Gastronomie, Paris).

No seu ultimo projeto teve varias distinções enquanto líder da cozinha do Largo do Paço, entre quais se destacam 2 Sois no Guia Repsol, 1 estrela no Guia Michelin, “Garfo D’Ouro” do Guia Boa Cama Boa Mesa do Expresso, Certificado de Excelência 2014, pela TripAdvisor, e o título de Melhor Restaurante da Europa, pelo Guia The European 50 Best.com.

O chefe Vitor Matos prima pela utilização de produtos da época e da região, genuínos e frescos, potenciando o seu paladar. A cozinha do Chefe possui influências mediterrânicas e apresenta-se como uma mescla entre a tradição e as novas tendências gastronómicas.

 

 

Chefe Henrique Sá Pessoa (Alma, Lisboa) e Chefe João Rodrigues (Feitoria, Lisboa), duas estrelas na equipa do projeto XtremeGourmet

Henrique Sá Pessoa (ALMA, Lisboa)

Henrique Sá Pessoa nasceu em 1976, em Oeiras. Foi num projecto de intercâmbio nos EUA, que descobriu o gosto pela culinária, enquanto assistia a uma palestra sobre o Institute Cordon Bleu, uma conceituada escola de gastronomia, hotelaria e gestão, onde mais tarde acabaria por estudar. Entre 1997 e 1999 viveu em Londres e trabalhou no Park Lane Hotel. Mudou-se para Sydney, na Austrália, para trabalhar no Hotel Sheraton on the Park, durante os Jogos Olímpicos de 2000 onde permaneceu até 2002. Regressou a Portugal para integrar a equipa do Lapa Palace, da cadeia Orient Express. De seguida, no Restaurante Xarope, em Cascais, assumiu pela primeira vez a função de Chef, função que também exerceu no restaurante La Villa, no Estoril, e no Bairro Alto Hotel, em Lisboa. Em 2007 foi convidado para ser Chef do restaurante Panorama no 27º andar do Sheraton Lisboa Hotel Spa.

Em 2005 recebeu a distinção de «Chef Cozinheiro do Ano», o mais prestigiante concurso de cozinha em Portugal e em 2007 foi galardoado com a Taça Horexpo, ano que ficou marcado pela publicação do seu primeiro livro, Entre Pratos, com todas as receitas da primeira série do seu programa televisivo, exibido na RTP2. Regressou à edição, em 2008, com Legumes sem Desculpas e venceu o Prémio Chef do Ano da Academia da Gastronomia Portuguesa.

No dia 14 de Fevereiro de 2009 realizou o seu maior sonho, abrindo ao público o seu primeiro restaurante, Alma, vencedor do Prémio do Restaurante do Ano da Revista de Vinhos. Em 2013, abre o restaurante Cais da Pedra, também em Lisboa e em 2014 em parceria com a revista TimeOut abre o Henrique Sá Pessoa no mercado da Ribeira, tendo como sócio Rui Sanches do grupo Multifood. Ingrediente Secreto, o programa televisivo com emissão na RTP2, revelou-se um verdadeiro êxito, contando já com quatro temporadas e três livros publicados. Em 2016 dá inicio na RTP1 ao programa Manual de Instruções com previsão de 2ª série em 2017.

No final de 2015 e na continuidade da parceria com o grupo Multifood reabre o Alma na localização mais nobre de Lisboa, o Chiado. Em apenas um ano o Alma alcança a prestigiada estrela Michelin e é reconhecido como uma das grandes referências no panorama da alta cozinha em Portugal.

  

  

 

 

João Rodrigues (FEITORIA, Lisboa)

João Rodrigues, Chef Executivo do Feitoria desde 2013 e um dos elementos chave da equipa de arranque do restaurante, é um dos cozinheiros mais pertinentes e talentosos da sua geração. Nos últimos anos, tem vindo a desenvolver uma cozinha muito própria e coerente, cujo ponto de partida é o produto — a matéria.  

O trabalho de João Rodrigues tem sido largamente elogiado pela crítica especializada. Em 2015, a Academia Internacional de Gastronomia distingue-o com o título Chef d’Avenir (Chef do Futuro). Um ano mais tarde, é eleito Chef do Ano pelo Guia Boa Cama Boa Mesa, pela Revista Wine e pelo júri dos Prémios Mesa Marcada. Tudo isto quando nunca sonhou ser cozinheiro. 

Quando terminou o secundário, decidiu tirar um ano sabático: aprendeu a tocar guitarra, formou uma banda, fazia surf. Nessa altura, gostava de cozinhar para os irmãos, como o pai ainda hoje gosta de o fazer para toda a família. Do pai herdou paixão pelas coisas da terra: os tomates, as couves, as abóboras, as ervas, os patos, os coelhos, as galinhas, a caça. Fez um curso profissional de cozinha, frequentou o Curso Superior de Produção Alimentar na Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril, mas optou por ficar ao lado do Chef Fausto Airoldi no Bica do Sapato, onde permaneceu três anos. Dali, seguiu para o restaurante Varanda, no Hotel Ritz Four Seasons, para a equipa do Chef Sébastien Grospellier (duas estrelas Michelin). Foi com Grospellier que fez uma formação intensiva na cozinha clássica francesa. Voltou a trabalhar com o Chef Airoldi no Pragma, um projeto inovador e estimulante, que mudou a sua perceção da cozinha. Entretanto, em 2007, ganha o concurso Chefe Cozinheiro do Ano. Foi aí que conheceu o Chef José Cordeiro, que o convidaria para abrir o Feitoria como seu sous-Chef, em 2009. Em 2011, chega a recompensa do trabalho rigoroso e consistente realizado ao longo de dois anos: uma estrela do Guia Michelin.

Desde sempre apaixonado pela história da gastronomia e pelos sabores asiáticos e orientais, João Rodrigues sente-se em casa no Feitoria. O restaurante traz um conceito inspirador à cidade de Lisboa: uma visão contemporânea dos Descobrimentos e uma viagem pela influência da cozinha portuguesa no mundo.

Reportagem Público: As plantas que unem um agrónomo, uma cientista e um cozinheiro

 

As plantas que unem um agrónomo, uma cientista e um cozinheiro

As plantas halófitas, que se desenvolvem em ambientes salinos, começaram a invadir os nossos pratos.

01/07/2017

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Os Chefes Alexandre Silva (LOCO) e Vincent Farges (Lisboa) são estrelas da equipa do projeto XtremeGourmet

Alexandre Silva (LOCO, Lisboa)

Alexandre Silva é uma força criativa da natureza. Garfo de Platina 2017, que distingue o melhor restaurante de Portugal do seu Loco o restaurante de Lisboa com * Michelin. Os portugueses conhecem-no do programa Top Chef, da RTP1, que venceu em 2012, e desde então têm acompanhado e acarinhado o seu trabalho como cozinheiro. Formado em Cozinha/Pastelaria, e Gestão de F&B na EHT de Lisboa e em Gastronomia Molecular no Instituto Superior de Agronomia, todos lhe reconhecem o carisma e a ousadia. Foi no projeto Bocca, onde esteve de 2007 a 2012, que começou a mostrar o seu talento e ideias originais e inovadoras face ao panorama gastronómico de então. Paralelamente, fundou o Projeto 4th Floor – Cozinha Experimental, uma plataforma à procura de respostas no que respeita à gastronomia portuguesa, produtores, produtos, técnicas e criatividade. O mesmo espírito inquieto leva-o para o Alentejo, para inaugurar o Alentejo Marmóris Hotel & Spa como Chef Executivo. Ali, teve liberdade criativa total e a possibilidade de contactar diretamente com os produtores, de trabalhar no terreno, conhecer novos produtos, experimentá-los. Foi uma experiência ímpar, que consolidou a sua forma de pensar a gastronomia. Regressa a Lisboa para ser Chef Executivo da Bica do Sapato e logo depois abre o seu primeiro negócio, o espaço Alexandre Silva no Mercado, no Mercado da Ribeira. Daqui para o LOCO, o sonho antigo que ganhou vida própria, foi um passo natural.

 

 

 

 

 

 

 

 

Vincent Farges (Lisboa)

Vincet Farges nasceu em Rillieux-la-Pape, na região de Rhône-Alpes, França, em 1973. Cresceu com o privilégio de ter uma enorme proximidade à natureza, com o ritual de escolher os produtos da horta diretamente para a mesa, com a diversidade dos sabores de pesca e caça, que marcaram profundamente a sua forma de olhar para a gastronomia.

Aos 14 anos iniciou a sua formação em cozinha, empenhado em marcar a sua presença nesta área que tanto o fascinava. Passou por alguns dos melhores restaurantes franceses, por Marrocos e pela Grécia mas o momento determinante da sua carreira ocorreu provavelmente em Estrasburgo, quando esteve no célebre Le Buerehiesel, com três estrelas Michelin, a trabalhar com Antoine Westermann. Foi este chef que colocou Portugal na rota de Vincent Farges, ao convidá-lo para vir liderar a cozinha do emblemático Hotel Fortaleza do Guincho, em Cascais. Durante os cerca de dez anos em que esteve como chef executivo deste restaurante, Vincent Farges destaca-se como uma das maiores referências da alta gastronomia a trabalhar em Portugal, mantendo uma sólida estrela Michelin durante esse período. Foi responsável pela ligação da cozinha francesa aos produtos portugueses e um dos maiores intervenientes na modernização da gastronomia nacional.

 

Os Chefes João Oliveira (Vista) e Rui Silvestre (Bon-Bon), destacados pelo seu uso de produtos do mar, formam parte do projecto XtremeGourmet

Estes surpreendentes Chefes do Algarve formam parte do projecto XtremeGourmet  na equipa que realiza provas de qualidade com os produtos da Riafresh.

 

João Oliveira (Vista Restaurante, Portimão)

João Oliveira, de 30 anos, formou-se na Escola Profissional Infante D. Henrique, no Porto, como Técnico de Cozinha, em 2006 e desde então tem passado pelas maiores referências gastronómicas de Portugal, nomeadamente no restaurante Largo do Paço, em Amarante e com uma estrela Michelin, no The Yeatman Hotel, onde foi Subchefe durante quatro anos também com uma estrela Michelin, bem como no restaurante do Hotel Vila Joya, premiado com 2 estrelas Michelin. Em 2015, João Oliveira ruma ao VISTA Restaurante enquanto Chef de um dos melhores restaurantes da região sul, não só pela referência gastronómica que tem assegurado, como pela vista privilegiada do mar da Praia da Rocha, ambiente exclusivo digno de um palacete do início do século XX e serviço de topo, uma experiência que surpreende os 5 sentidos.

 

Rui Silvestre (Bon Bon, Carvoeiro)

Rui Silvestre foi o mais jovem Chef Português a ser distinguido com uma estrela Michelin (tinha 29 anos). 
Nasceu em Valongo, mas desde os 10 anos que vive no Algarve. Formado pela escola de Hotelaria do Algarve,
trabalhou durante 7 anos em restaurantes franceses, suíços e húngaros. E foi em Budapeste que, enquanto Sous-Chef do Restaurante Costes ganhou a sua primeira estrela. Há cerca de 2 anos (2014) decidiu voltar a Portugal rumando ao Bon Bon, um pequeno restaurante no Carvoeiro, Algarve. 
Nos seus pratos dá preferência aos artigos da região algarvia com muito peixe, marisco e ervas.

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